Publicado em 1 de dezembro de 2016
Luciano Simão

Apesar dos desafios, o setor brasileiro de florestas plantadas continua apresentando um potencial que justifica o posicionamento do país como um dos maiores produtores do mundo. Para que este potencial seja de fato aproveitado e mantido, contudo, é preciso atuar em diversas frentes e linhas de ação.

Para tanto, a capacitação de profissionais habilitados para lidar com a realidade das florestas é essencial. Por este motivo, as grandes empresas têm mantido investimentos em centros de treinamento, necessários para a formação de operadores, gestores e outros profissionais de importância para a produtividade do setor.

Outro aspecto que deve ser cuidadosamente gerenciado é a logística, fundamental, por exemplo, para a gestão otimizada de pátios de madeira, nos quais é imprescindível a redução dos gargalos logísticos para que não haja aumento de custo – e consequente perda de lucratividade – no produto final.

É claro que o potencial das nossas florestas não se restringe à madeira e seus produtos derivados, e tampouco ao mero aspecto econômico. Capaz de fornecer terreno fértil para o plantio das mais diversas espécies, o Brasil tem um potencial único para a exploração comercial de produtos florestais não madeireiros, da erva-mate ao palmito, dos fitoterápicos ao tanino de acácia.

Ainda sobre a potencialidade do setor, confira a análise do professor da ESALQ e diretor executivo do IPEF (Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais), José Otávio Brito.

Saudações florestais!

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Fonte: Malinovski