Publicado em 1 de março de 2017
Luciano Simão

A força na união

Embora seja um dos mais resilientes e importantes segmentos da economia nacional, o setor brasileiro de florestas plantadas, aos olhos da opinião pública, não ocupa o papel de destaque que lhe é de direito. É por este motivo que contestamos a falta de uma política pública de desenvolvimento do setor, ou a ineficácia das poucas medidas existentes, e é por este motivo que é preciso demonstrar força e união para que nos consolidemos como um segmento reconhecido pela sociedade e pelo Estado da forma que merece.

Uma forma de demonstrar a dimensão de nosso setor em toda sua força é reafirmar nosso apoio à PNS 63 (Proposta Nacional Sistematizada nº 63), aprovada no 9º Congresso Nacional de Profissionais do Sistema Confea/Crea, que retira a Engenharia Florestal do Grupo Agronomia e a inclui no Grupo Engenharia, criando uma nova modalidade na Tabela de Títulos Profissionais do Sistema e regulamentando as Câmaras Especializadas de Engenharia Florestal. Trata-se de uma oportunidade de correção de um equívoco de longa data que vem prejudicando o desenvolvimento dos profissionais florestais há anos e que não pode continuar.

O setor também demonstra sua potência ao investir em novos softwares e ferramentas, trazendo inovação e tecnologia de ponta às operações em campo e processos industriais. Nesta edição, saiba mais sobre as novas tendências em VANTs, drones e tecnologias de georreferenciamento.

Ainda, dando início à série “A Nova Cara do Setor Florestal”, o gerente de silvicultura e viveiro na Fibria, Rodrigo Zagonel, fala à B.Forest sobre os desafios de liderar, ainda jovem, as operações de uma das maiores empresas do setor.

Saudações florestais!

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Fonte: Malinovski