Publicado em 11 de novembro de 2015
Amanda Scandelari

Graças a tecnologia aplicada às máquinas florestais, elas se tornam constantemente mais produtivas. A maioria dos equipamentos têm capacidade para trabalhar 24 horas por dia, sete dias por semana. Com isso, as empresas precisam determinar turnos de trabalho para suprir suas demandas e otimizar a produção.

A evolução tecnológica resultou em ganhos de produtividade e qualidade na atividade florestal. Permitiu, também, atender aos crescentes níveis de exigência dos clientes, reduzir o tempo de operação e proporcionar mais segurança na operação. No entanto, existe um ponto que toda a tecnologia aplicada ainda não conseguiu mudar: ainda é preciso utilizar mão de obra humana.

As máquinas foram projetadas para trabalhar horas a fio sem a necessidade de interrupções, mas os operadores necessitam de pausas e repouso para garantir a produtividade. A legislação em vigência no Brasil estabelece turnos de trabalho de 8 horas, sendo permitida a realização de horas extra. Não existe uma determinação para a execução dessas horas de trabalho, então as empresas estudam e estabelecem os horários de início e término dos turnos, que podem variar de acordo com as necessidades da produção. Dependendo do caso, pode-se trabalhar um, dois e até três turnos, quando as operações não param.

A Siqueira Florestal, empresa prestadora de serviços para a unidade da Klabin de Telêmaco Borba (PR), trabalha com três turnos na colheita e dois no transporte. Leandro Kozar Siqueira, gerente operacional da empresa, conta que na colheita, a Siqueira trabalhava com dois turnos de 12 horas cada, com uma escala 4×2 (quando o funcionário trabalha quatro dias seguidos e folga dois), sendo três operadores trabalhando na mesma máquina. Para atender a legislação trabalhista sem perder tempo de produção, eles adequaram as jornadas para 8 horas e adicionaram um turno. Agora, os operadores têm turnos 6×2. “Os pontos positivos que percebemos foi o aumento na produção…

Para ter acesso a matéria inteira acesse a Revista B.Forest!

Para ter acesso a publicação: clique aqui!

Para fazer o download da revista: clique aqui!

Fonte: Revista B.Forest