Publicado em 6 de março de 2017
Luciano Simão

O uso de novas ferramentas e tecnologias pode auxiliar o gestor na busca pelo aumento da produtividade das florestas plantadas e na otimização dos processos envolvidos na implantação. Da mesma forma, a produtividade está ligada ao conhecimento que o produtor florestal tem das propriedades de seus terrenos. Para que possam maximizar a produtividade de suas florestas, portanto, as grandes empresas do setor investem nas mais diversas tecnologias para o georreferenciamento das áreas plantadas – ou seja, no uso de VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados) e softwares avançados para mapear a topografia, identificar falhas, catalogar plantas individuais, e muito mais.

Para Gustavo Fedrizzi da Silva, gestor de portfólio de agronegócio da Imagem, distribuidora oficial da Esri e da plataforma ArcGIS no Brasil, a silvicultura de precisão fornece grandes ganhos às companhias. “As empresas que utilizam essas ferramentas e plataformas relatam retorno na casa dos milhões, com o melhor planejamento de rotas para retirada de madeira, monitoramento de frota e ganhos consideráveis em logística, otimizando aspectos básicos como a economia de diesel. Há um grande ganho de gestão na melhoria das boas práticas no manejo dos dados da empresa. Sabe-se qual é o tipo de solo em que foi plantado e como estava a fertilidade do solo daquela área, e é possível criar um banco de dados de informações geográficas para melhor tomada de decisão. No longo prazo, há o retorno desse investimento, que é difícil de mensurar em aspectos de gestão, mas são certamente consideráveis”, explica […]

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Fonte: Revista B.Forest